Mostrando postagens com marcador busca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador busca. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Google testa nova interface de buscas

Google mais uma vez está testando algumas pequenas mudanças na sua interface de buscas, tornando-a um pouco mais clean do que a atual. A barra de opções que aparecia na lateral agora passou para baixo do campo de pesquisas, dando mais destaque para os resultados.

Apenas os serviços mais cruciais – 'Web', 'Imagens', 'Mapas', 'Vídeos', 'Notícias' e 'Shopping' – aparecem automaticamente. As outras ferramentas ficarão escondidas na opção 'Mais', que abre com um click do usuário. As opções para refinar as buscas estarão todas na aba 'Ferramentas de busca', que abre na forma de um menu drop-down. 

O site Tecno-Net fez um vídeo que mostra as principais mudanças:



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Google reformula algoritmos de busca semantica

O Google está reformulando o mecanismo de busca do site dos Estados Unidos de maneira a fornecer a seus usuários acesso rápido a respostas sem que eles sejam obrigados a deixar a página, disse a empresa. "Este é um primeiro passo para a construção da próxima geração de pesquisa, que bate na inteligência coletiva da web e entende o mundo um pouco mais como as pessoas fazem", diz um posto no blog oficial da companhia.
O novo processo de busca é baseado no que o Google chama de "gráfico de conhecimento" - o que significa que o site tenta identificar de maneira rápida o contexto em torno das palavras-chaves procuradas pelos usuários. Isso significa, segundo o Google, que o buscador reduzirá os resultados ao que o usuário realmente procura.
No exemplo dado pela companhia, o Google afirma que, em uma busca pelo termo "Taj Mahal", o buscador vai conseguir entender as nuances entre o monumento e o músico assim como o usuário faz.
"Ao longo dos anos, conforme ferramentas de busca evoluíram, as pessoas exigem mais", disse o vice-presidente de engenharia do Google e chefe de buscas, Amit Singhal, numa entrevista. "Acreditamos que essa é a próxima grande melhora na relevância de buscas".
O redesenho, que por enquanto afeta apenas usuários situados nos Estados Unidos e que utilizam o website em inglês, será implementado gradualmente a partir desta quarta-feira em plataformas desktop, celulares e tablets. O Google planeja eventualmente expandir as novas capacidades de busca para além dos Estados Unidos, disse Singhal, sem especificar quando.
Muitos dos resultados terão mais elementos gráficos, se comparados à lista padrão de resultados de busca, como mapas e fotos de resultados relacionados, muitas vezes em pop-ups separados. A ideia é deixar que usuários descubram que informações relacionadas são de interesse e cliquem para alcançá-los, disse Stinghal.
A reformulação é o mais recente exemplo de empresas de busca que estão deixando de oferecer apenas uma lista de links como resultado. Na semana passada, o Bing, da Microsoft revelou um redesign que inclue uma coluna de "visualização instantânea". No ano passado, o Yahoo! apresentou sua "caixa de busca direta".

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Google nega remoção de fotos de Carolina Dieckmann

A atriz Carolina Dieckmann desistiu de entrar com uma ação na Justiça contra o Google. Segundo o advogado da atriz, Antonio Carlos de Almeida Castro, a empresa acatou o pedido feito pela defesa e começou a remover os links para as fotos da atriz nua.
 O “prazo” dado pelo advogado para a empresa vencia ontem. Almeida Castro ainda deve se reunir com a equipe do Google na tarde de hoje para falar sobre o assunto.
Ontem, o Yahoo! já havia concordado em remover os links para as fotos de seu serviço de buscas. Na segunda-feira, o site Imagearn, retirou do ar as imagens armazenadas em seu servidor após ser notificado

A resposta do Google veio imediatamente por meio de nota publicada:

“O Google vem a público esclarecer que não interfere em seus resultados de busca. O mecanismo de busca do Google é um indexador, ou seja, uma ferramenta que procura conteúdos disponíveis na internet. Para que um conteúdo não apareça na busca do Google, é necessário entrar em contato com o site que hospeda esse conteúdo e solicitar sua remoção.”
Eu fiz o teste e o Google realmente não retirou as fotos do ar, pois elas não são suas, mais notei uma redução significativa nos resultados de busca, isso devido unicamente o site que divulgou retirou de seus servidores, assim o Google não indexar conteúdo que não mais existe.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Google quer revolucionar busca semantica

Você vai viajar para Rio de Janeiro, no Brasil. Liga o computador, abre o Google e digita "voos para Rio de Janeiro na semana que vem". O buscador sabe em que cidade você está, e sabe identificar qual o período de tempo se refere à expressão "semana que vem". Mas o que mais ele pode te oferecer de informações além da lista de voos com passagens disponíveis?
"Que tal já pesquisar, por conta própria, como estará o clima na cidade, para sugerir ao usuário se é preciso levar um guarda-chuva? Temos tecnologia para isso, e é para aí que deve caminhar nosso sistema de buscas", afirma Berthier Ribeiro-Neto, diretor de engenharia do Google para a América Latina e comandante do laboratório de desenvolvimento da empresa em Belo Horizonte.
Berthier acredita que a busca por inferência, ou seja, feita a partir da conclusão lógica de informações anteriores passadas pelo usuário, é o próximo passo na evolução do buscador, primeiro e principal produto da empresa californiana.
"Tecnicamente não é difícil fazer esse tipo de busca. O desafio é saber quando e como podemos adicionar informação relevante para o usuário", diz Berthier.
A relevância dos resultados é um problema que já incomoda o Google mesmo atualmente. "Os usuários têm uma expectativa muito grande em relação aos resultados feitos por uma busca. Tentamos falhar o mínimo possível. Se alguém procura por 'restaurante indiano' em um bairro de Santiago, jamais podemos indicar uma lanchonete em outra região, por mais que a página esteja repleta de termos utilizados para enganar o buscador."
Há ainda uma questão da responsabilidade do Google em relação aos resultados exibidos. Como no sistema que mostra possíveis doenças a partir de sintomas digitados pelos usuários, implementado no início do ano nos Estados Unidos. "O sistema não pode listar algo grave, que assuste as pessoas, como possível causa de um sintoma. Seria uma irresponsabilidade mostrar 'câncer', por exemplo", diz.
"Mostramos para diversos médicos antes de colocarmos no ar, pois nosso objetivo não é fazer diagnósticos, e sim dar mais informações relevantes, como dizer que uma tosse pode significar diversas doenças".