Mostrando postagens com marcador negocios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negocios. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Google compesará à operadora francesa Orange por causa do trafégo

A frança entra em rota de coalizão contra as empresa de internet norte-americanas, pois ao que parece o país quer que as responsáveis pelo tráfego e consumo da banda larga das operadoras francesas, algo sem precedentes e que pode alterar o mundo digital.


Google compensará de alguma maneira a companhia francesa Orange, segundo contrato selado pelas duas empresas. O acordo é uma contra-partida para a telecom que alega ter quase 50% do seu tráfego dedicado à gigante norte-americana.

A convenção foi revelada sem muitos detalhes pelo CEO da Orange, Stephane Richard, em entrevista ao canal especializado BFM Business TV. Para Richard, o Google é um grande responsável pelo consumo de dados na rede devido a serviços como busca e vídeos. "É um equilíbrio de forças", diz.

Segundo o CEO, os 230 milhões de clientes da Orange foram relevantes para o acordo. Ele ocorreu semanas após a rival Free, também francesa, bloquear anúncios do Google exibidos em seus sites. A medida, revogada pelo governo do país, também pretendia compensar custos do tráfego de dados.

Ante o impasse, o presidente francês François Hollande alertou o Google de uma possível taxa que seria legislada caso não houvesse resolução entre a companhia e as operadoras no país. Com o acordo da Orange, outros precedentes devem ser abertos pelo mundo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Google fora do ar por 10 minutos

Ontem, o impensável aconteceu: o Google, maior sistema de buscas do mundo, ficou fora do ar durante 10 minutos — uma verdadeira eternidade no mundo online. A empresa não esclareceu os motivos para a queda, que em nada prejudicou sua imagem perante o público, mas que pode ter custado uma boa quantia aos seus cofres.

Baseado nos dados financeiros divulgados pela companhia, Adam Thompson, do site RYP, fez os cálculos do prejuízo que esse tempo fora do ar pode ter custado. Embora ele admita que os resultados obtidos são baseados somente em estimativas, os números revelados são  bastante curiosos.

Em 2011, a Google lucrou US$ 38 bilhões que, se divididos pelos 525.600 minutos que constituem um ano, resultariam em US$ 72.380,95 a cada minuto. Caso os ganhos da empresa fossem iguais em todos os momentos de sua existência, os 10 minutos fora do ar poderiam ter custado a seus cofres nada menos que US$ 725 mil, uma verdadeira fortuna para muitas pessoas.

Embora o valor calculado provavelmente esteja errado, ele serve para colocar em perspectiva o potencial lucrativo do sistema de buscas. É graças a esse dinheiro que a empresa tem a liberdade de investir em projetos ousados, sendo o último deles o ainda misterioso ProjectGlass.
Fonte: RYP


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Google lança cartão de crédito com NFC

 Google está com um novo empreendimento na praça: um cartão de banco com a tecnologia NFC (Near Field Communication), pronto para realizar pagamentos sem a necessidade de carregar dinheiro físico junto. Chamado de Beba, o serviço por enquanto é oferecido apenas no Quênia, país do continente africano.


Utilizando os sistemas do Google, os usuários poderão, pela internet, consultar o saldo e as últimas transações comerciais validadas. O cartão pré-pago funciona com as máquinas com suporte ao NFC, tecnologia que se baseia na simples aproximação entre os eletrônicos, sem precisar usar tarjas ou fazer a leitura de chips de segurança.
Curiosamente o Google não lançou oficialmente o produto. O site especializado The Next Webdescobriu que a ligação entre o Beba e gigante da web só é evidente nos termos de serviço, onde se pode ler que o Beba é operadora pela empresa Google Ireland Limited, uma subsidiária do Google americano.
O site do Beba informa que o usuário não paga nenhum tipo de taxa para utilizar o cartão de crédito. Basta ter dinheiro inserido previamente para poder usar os créditos nos estabelecimentos comerciais e em transportes públicos. Resta saber por que o Google ainda não se pronunciou publicamente sobre o assunto.