O Google compensará de alguma maneira a companhia francesa Orange, segundo contrato selado pelas duas empresas. O acordo é uma contra-partida para a telecom que alega ter quase 50% do seu tráfego dedicado à gigante norte-americana.
A convenção foi revelada sem muitos detalhes pelo CEO da Orange, Stephane Richard, em entrevista ao canal especializado BFM Business TV. Para Richard, o Google é um grande responsável pelo consumo de dados na rede devido a serviços como busca e vídeos. "É um equilíbrio de forças", diz.
Segundo o CEO, os 230 milhões de clientes da Orange foram relevantes para o acordo. Ele ocorreu semanas após a rival Free, também francesa, bloquear anúncios do Google exibidos em seus sites. A medida, revogada pelo governo do país, também pretendia compensar custos do tráfego de dados.
Ante o impasse, o presidente francês François Hollande alertou o Google de uma possível taxa que seria legislada caso não houvesse resolução entre a companhia e as operadoras no país. Com o acordo da Orange, outros precedentes devem ser abertos pelo mundo.
A convenção foi revelada sem muitos detalhes pelo CEO da Orange, Stephane Richard, em entrevista ao canal especializado BFM Business TV. Para Richard, o Google é um grande responsável pelo consumo de dados na rede devido a serviços como busca e vídeos. "É um equilíbrio de forças", diz.
Segundo o CEO, os 230 milhões de clientes da Orange foram relevantes para o acordo. Ele ocorreu semanas após a rival Free, também francesa, bloquear anúncios do Google exibidos em seus sites. A medida, revogada pelo governo do país, também pretendia compensar custos do tráfego de dados.
Ante o impasse, o presidente francês François Hollande alertou o Google de uma possível taxa que seria legislada caso não houvesse resolução entre a companhia e as operadoras no país. Com o acordo da Orange, outros precedentes devem ser abertos pelo mundo.
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